30 antes dos 30: The Godfather

Marlon Brando em The Godfather (1972)

É apontado, com Citizen Kane (1941), como um dos melhores filmes de sempre. Mas a verdade é que um processo criativo tumultuoso não fazia adivinhar o sucesso que alcançou. O que determinou, então, que The Godfather tenha merecido a admiração de várias gerações? Continuar a ler

30 antes dos 30: Tokyo Story

Tokyo Story

Tokyo Story (1953)

Para muitos, é um dos maiores realizadores em todo o mundo. Mas não o vemos nas grandes salas de cinema, na programação televisiva de domingo à tarde, nem nos videoclubes. Yasujirō Ozu não é dos blockbusters, dos efeitos especiais ou dos actores-celebridades, mas criou algumas das mais bonitas peças de cinema. E fê-lo à sua maneira: serena, introspectiva, simples. Num mundo a correr, é preciso dedicar-lhe tempo. E é justamente o tempo um dos elementos mais fortes de Tōkyō Monogatari (Tokyo Story, 1953). Continuar a ler

30 antes dos 30: 25th Hour

Edward Norton em 25th Hour

“Fuck this town and everyone in it.”

Há cinco fases do luto – negação, raiva, negociação, depressão e aceitação. Montgomery Brogan (Edward Norton) é um homem que está a fazer esse caminho. Está conformado com o seu destino, mas não sabemos o que o espera durante uma boa parte de 25th Hour (2002), filme de Spike Lee, com história e guião de David Benioff. Continuar a ler

30 antes dos 30: Citizen Kane

Orson Welles em Citizen Kane (1941)

Quando Martin Scorsese diz que Orson Welles abriu a caixa de Pandora do cinema, fá-lo com uma manifesta admiração no olhar. Essa reverência é partilhada entre os seus pares. É que, em 1941, Citizen Kane inaugurou uma nova era e fê-lo de forma tão perfeita quanto definitiva. Em causa estavam a forma e o conteúdo daquele filme, embrulhados no olhar revolucionário de um jovem génio e entregue aos espectadores através daquela que se tornou a sua obra-prima. Continuar a ler